Catedral de Brasília
Sacramento da Reconciliação

 

1. Os presbíteros suscitem no coração dos fiéis a necessidade e o valor da conversão e da penitência, como meio de salvação e vivência eclesial e cristã no mundo.

2. Haja em cada paróquia horários fixos para atendimento das confissões, visivelmente afixados, facilitando assim o acesso do fiel à misericórdia divina.

3. Valorizem-se os tempos litúrgicos e celebrações que, por sua própria natureza, evidenciem o valor da conversão e da preparação para a celebração dos Santos Mistérios, sobretudo Quaresma e Advento, festas do padroeiro e outras solenidades na paróquia.

4. Incentivem-se cada vez mais os mutirões de confissão, por setores e Vicariatos.

5. Somente em casos extremos, previstos no Ritual, seja conferido o Sacramento da Reconciliação com absolvição geral (confissão “comunitária”),

6. Haja cuidado em não facilitar tal situação.

6.1 – As condições para a absolvição geral são:

a) Perigo de morte iminente;

b) grande número de penitentes com insuficiência de confessores;

c) situações em que os penitentes ficariam muito tempo privados da graça sacramental;’

6.2 – Cabe ao senhor Arcebispo julgar os requisitos para absolvição geral.

7. Na medida do possível, evite-se a confissão durante a Missa e durante qualquer outra celebração, no mesmo recinto.

8. A remissão da pena do delito do aborto é reservada ao Arcebispo.

9. Aqueles que se encontram na situação de segundas núpcias, ou casados somente no civil, e os amasiados, não podem receber a absolvição sacramental, salvo em perigo de morte. Todavia, sejam acolhidos, ouvidos e orientados.

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